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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Enquanto a cifra, partitura não chega...ficamos com um hino de Minas Gerais...

Pedra do Campestre avistado nas
bordas/limites setentrionais de São José dos Campos

Dentre o caminhar pelas estradas de Sapucaí Mirim, a velha, a nova, a de floresta de Araucárias (Klabin) do Juncal, da que vai pra Borda do Mato, Monte Verde e até mesmo a última percorrida que me fez pensar, pensar e pensar de como iria identíficá-la, algumas canções fizeram parte da caminhada/pedalada pessoal.

Foram algumas sim nas horas e horas pedalando, e nas duas oportunidades caminhando até o cume da Pedra do Campestre e a Pedra do Jair.

A música Tema do Esporte Espetacular (versão com o Angra) confesso ser uma canção pessoal das conquistas também de mesmo cunho. Mas após receber um comentário sobre qual seria ou se existe canção pra essa letra do Hino da cidade, me veio em mente uma instrumental...isso mesmo. Instrumental.

Minas tem uma exatamente com esse nome.
Composta pelos 5 rapazes, não de Liverpool mas, do clube, de aviação, 14 Bis!

Visualizo aqui um vôo sobre a cidade ao som dessa canção/hino.

Enquanto a cifra, partitura não chega...ficamos com um hino de Minas Gerais...de Sapucaí Mirim:

14 Bis -- 14 Bis (Instrumental) - Video Oficial:
http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=oEihAXUbn80

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mais um capítulo de Sapucaí Mirim

Pedra do Campestre

Seu marco natural de maior altitude foi o primeiro roteiro/trajeto executado e conquistado.
Avistado do Mirante (São Francisco Xavier) já dizia que alí tinha algo de precioso. Na manhã de final de ano, de 2007, o velho besouro branco adentrou as ruas calçadas de pedra do pequeno centro urbano pra seguir pela antiga estrada de terra vermelha rumo ao Alto Paiolzinho.

Serpenteando e com o braço esquerdo pra fora, sempre, guardava na caixinha azul (GPS) algum possível sinal. A mão direita firme ao volante, gerenciava a folga, o dia, as marchas. Altitude, altitude.

A Pedra do Campestre considero o ícone, o maciço rochoso aflorado do município vizinho à minha Santana do Paraíba.
A Pedra do Campestre me proporcionou romper os limites, as barreiras que a crista joseense naturalmente criou.
A Pedra do Campestre foi contemplada do cume da Pedra do Jair sendo esse o segundo e último trekking.

Essa imagem acima é o cartão de visita pra quem sobe da Estrada da Santa Bárbára (São Francisco Xavier) e adentra a estrada que desce pra Sapucaí, pro Carací.

Campestre e Jair.
Jair Campestre.

O Pedra do Campestre e a mãe que destaca-se naturalmente, que recebe, que abraça e emana sua luz, seu amor que de longe chama. Representada pela postura da vela.

A Pedro do Jair, o pai que sutilmente faz a base, em silêncio...olhando sempre pra Minas...pro Norte... sendo aqui representado pela postura do pouso sobre a cabeça.

Hanuman!

Sapucaí Mirim é minha, é te todos nós!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Caminhando


Fim de tarde
no Juncal
onde a chuva parece neve.




O bairro:
o norte
o sul
o leste
o oeste.

Sapucaí Mirim/MG
Abril/2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Hino e Símbolos de Sapucaí Mirim/MG

Brasão

Hino a Cidade de Sapucaí-Mirim - MG
Letra e Música: Sérgio Luiz da Silva Guimarães

Desbravando em matas distantes
Surgem bravos viris Bandeirantes
A procura de riquezas em Minas
Dando origem a singela Vila

Um povo surge as suas margens
Com seus sonhos a realizar
Fortalecidos com o que fora encontrado
Sant’ana do Paraíso vai chamar

Sapucaí Mirim terra sagrada
Acolhe a todos em teu coração
Moldurada pelas serras e matas
Por Deus sempre abençoada

Muitos bravos aqui passaram
Deixando suas glórias a lembrar
Com a força dos Pereiras e Carvalhos
Sapucaí neste vale foi brotar

De Minas és parte de glórias
De um futuro cheio de esplendor
No passado plantaste Histórias
Resplandece cheia de amor


Bandeira


domingo, 24 de abril de 2011

Sapucaí Mirim/MG

A conquista do norte de Sapucaí Mirim/MG

Bike: 2,81 Km + 1,94 Km
Trekking: 1,79 Km


Divisa Norte de Sapucaí Mirim
Desnível de 1462m à 1760m de altitude em aprox. 3 km
Razão de subida 1/10


Estrada do Jair - Acesso para Trekking
Desnivel: 1512m à 1679m de altitude em aprox. 1,83 Km
Razão de subida: 1/9

Trekking Pedra do Jair ou Pedra do Juncal
Desnível de 1679m a 1958m de altitude em aprox. 1,77 Km
Razão de subida 1/15


Pedra do Jair
1989m de altitude

Acima as distâncias restantes para a conquista do município de Sapucaí Mirim/MG.


Os dados acima considero 1o./3 de toda a experiência na prática de realizar um levantamento.
As ferramentas auxiliam muito no planejamento onde podemos simular o deslocamento, o tempo e possíveis obstáculos.

A prática, o 2o./3 é o momento mais importante. Lá avistamos vida. Espécies. Avistamos a cultura regional, o som, a imagem, o cheiro, gente. Avistamos algo além: avistamos a próxima estrada.

Ao voltar trazemos uma vivência. Trazemos novos ângulos fotográficos e perspectivas. A partir daí rumamos pro 3o./3 que lapida a caminhada. Edita-se cada passo, algumas imagens e compomos um pequeno filme.

Daí faço o momento crucial e fundamentalmente importante para continuar conhecendo novos lugares, paragens unindo estradas, rios, vales, serras e horizontes.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sapucaí Mirim/MG - um passo a mais...Minas Gerais


Pedra do Campestre avistado nas
bordas/limites setentrionais de São José dos Campos


Lembro de algumas descrições sobre Sapucaí Mirim e seu filho maior: o maciço do Campestre.

Há uns 4 anos atrás na loja Osiris, do amigo Carlão, um japa da Embraer citou o caminho para a Pedra do Campestre.

Lembro da janela lateral do Fusca quando fui pra Heliodora em Julho de 1997...cruzei Sapucaí e logo à frente em território de São Bento fiquei vislumbrado com os afloramentos rochosos à esquerda da rodovia, no Vale do Serranos...alí estavam a Pedra da Divisa, Balança e Alto do Campestre.

No final de 2007 o livrinho Caminhos da Mantiqueira me levou pra cima novamente. Faria na segunda orientação do livro o trekking da Pedra do Campestre.
Com o velho fusca rumamos pra cidade. De lá pela estrada velha em direção ao Paiol. No Alto Paiolzinho estacionamos. Após a caminhada e um rastejo num túnel de bambuzal descobrí duas coisas no cume: visão privilegiada da Serra dos Poncianos em Monte Verde e as gargantas formadas alí ao redor de Sapucaí Mirim e Gonçalves. De fato alí a Mantiqueira começa e levantar-se mais adulta/madura. Deste ponto pra frente (rumo Rio de Janeiro) ela levanta de verdade!

Acredito que Monte Verde sentiu-se enciumada! Estava conquistando uma nova cidade do coração.

Bem, será amanhã o grande dia pra conquistar de vez o município? Pedra do Jair e adjacências?
Os dias estão propícios.



Vide também a postagem:
http://caminhosdovaledoparaiba.blogspot.com/2010/08/quando-entrar-setembro-e-boa-nova.html

Sugestão de leitura:



Caminhos da Mantiqueira

Campos de Jordão, Monte Verde e São Bento do Sapucaí

Marcus Vinicius Gasques

Editora Brasiliense

120 páginas

ISBN 8511290125

Ano 1992

Idioma: Português
SinopseRegatos, cachoeiras, picos com vistas estonteantes, florestas, campos, plantas raras, uma fauna riquíssima: assim é a Serra da Mantiqueira.
Os oito roteiros deste guia incluem desde trilhas curtas, para caminhadas de menos de uma hora, até jornadas de três dias. Com ele você aprende a orientar-se e a programar sua viagem o que levar na mochila, onde encontrar o equipamento necessário, onde se alojar e como contribuir para a preservação da Mantiqueira.

sábado, 4 de setembro de 2010

Equatorial no. 2

Casa Bandeirista - Parque Estadual do Itacolomí - Ouro Preto MG
Mais em http://arboretto.blogspot.com/

Vou dizer o que sei,
Lugar sem lei que me incendeia
Ó você, meu amor, viveu sem ver
Evidente o espaço eu sei
Nesta noite equatorial, eu vou sair outra vez,
Onde morre a trilha do meu silêncio
Vou te buscar...


Ouvindo a faixa na voz do Lô, em novo tempo do iô-iô que toma conta das esquinas, das bancas dessa terra que é mais de Minas que qualquer lugar.

Após um almoço com as origens, vó, mãe e pai, fiz uma leitura sobre passagens de pessoas em nossas vidas na Revista Vida Simples.

E lá se vai mais um dia. E lá se vão estações e rumo a sabedoria e felicidade devemos ir.

As imagens procuradas dos viajantes naturalistas me levaram à então Casa Naturalista. Me sentí mais do que em casa. Ver grandes ícones da exploração/documentação brasileira alí de perto, iluminados pelos "spots da preservação histórica".

Nascí em "Santana das Minas Gerais. Nascí com os olhos do mineiro: desconfiado mais de coração maior que o Brasil!

Nascí no berço de fogão a lenha. Nascí no mar de montanhas. Pernas de menino garoto criança que sempre está a subir mais uma estrada, espigão, serra, encostas.

Amanhã a Sapucaí me espera. Vou apenas dar passadas suficientes pra chegar. Sem pressa com o único objetivo de integrar com a cultura local.