
Após 7 meses, aguardei o momento e, em poucos minutos saí da artéria ferroviária, com acesso pelo Fracalanza, e seguí rumo à pedra preciosa.
Depois de um julho frustrado onde nem mesmo a Ouvidoria do Estado da Segurança Pública deu solução para o então "sequestro" do cume de Campos do Jordão, fui com a coragem de montanhista dentro de um besouro branco.
Às 7h10min da manhã de 16 de Fevereiro atingí o cume. Subí em cima do teto do besouro e o vento cortava meu corpo. O sol intenso nascia trazendo novamente energia, luz e um 2010 de presseguimento para o que estava por vir e eu nem sabia.
Galgando cada curva contra o sol que vinha intenso, ia aos poucos enxergando pra cada lado deveria guiar. Uma das mãos guiava o veículo e a outra "recebia" o tracklog. Panoramas, 360's...foram sendo montados.
O velho Paraíba serpenteava sua calha.
No contra-azimute do nascer, a Pedra do Campestre destacava-se juntamente com a Pedra da Balança e Divisa formando uma escada da Esquerda pra Direita.
Olhando pra baixo a serpente hidrográfica fazia então um grande espelho.
O brilho do Diamante lá se fez nuns dias que dizem aqui ser de Carnaval.
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"Se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí...levando um violão debaixo do braço..."
"Tenho um violão pra me acompanhar, tenho muitos amigos eu sou popular, tenho a madrugada como companheira"..."Eu estou na cidade, eu estou na favela, estou por aí..." no Pico do Diamante.
Fernanda Takai.
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