Foram inúmeras as formas carinhosas de te chamar nesse período de sete anos que você fez parte da minha vida e deixou um grande ensinamento de amor incondicional.
Tobi, Tobinho, Chewbaquinha, Peludinho, Bola de pelo, Fedidão, Mijão...e outros.
Você viverá eternamente em nossos corações: meu e da sua mamãe.
Trouxe-me uma nova percepção de mundo e de valorizar o convívio entre os casais, companheiros e com os seres vivos.
Você é uma nova estrela a brilhar no céu dos cachorrinhos!
Como numa nova paragem, caminho ou localidade, este blog tem o objetivo de informar sobre os caminhos de nosso Vale do Paraíba para o mundo, para a vida. Um portal de quem chega entre o rio e as serras: conhece, vive ou simplesmente passa ou ama. Transposição para o mundo. Uma estante com música, fotografia, natureza, poesia, pedais, trekking's, vivências.
quinta-feira, 7 de março de 2019
terça-feira, 10 de abril de 2018
PARECIDINHA(O), Sobrinha(o) Roberts.
Apareceu parecidinho(a) olê olê olá!
Em uma mistura de sentimentos, digo que a novidade de ter um sobrinha(o) do coração por intermédio da relação de amizade da Parecidinha com o Parecidinho lá pelas bandas da Zona Norte, faz do meu espanto (positivo) em um grande evento.
A primeira imagem que me vem, do Rio Paraíba, das nuvens e céu de Outono, traz o alento de que uma nova vida irá percorrer a sinuosa curva da vida, e, com certeza, repleta de olhar sustentável, natural, artístico e bibliográfico (rssss).
Bem vindo parecidinho ou parecidinha! Algo me diz que vai ser... SURPRESA!!!
Em uma mistura de sentimentos, digo que a novidade de ter um sobrinha(o) do coração por intermédio da relação de amizade da Parecidinha com o Parecidinho lá pelas bandas da Zona Norte, faz do meu espanto (positivo) em um grande evento.
A primeira imagem que me vem, do Rio Paraíba, das nuvens e céu de Outono, traz o alento de que uma nova vida irá percorrer a sinuosa curva da vida, e, com certeza, repleta de olhar sustentável, natural, artístico e bibliográfico (rssss).
Bem vindo parecidinho ou parecidinha! Algo me diz que vai ser... SURPRESA!!!
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André Toledo
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quarta-feira, 7 de março de 2018
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Retrato falado
Após alguns dias de chuva, tinha a chance de uma saída fotográfica para novos cliques com a nova lente teleobjetiva com estabilizador ativo.
Preparei a mochila de campo para o dia em que saio e volto direto para casa.
Estratégia de um ligeiro almoço, pois, a meteorologia era favorável.
Nos primeiros passos, com o prato nas mãos, entre relatos de férias, o novo cardápio de um álbum já impresso de relatos e retratos, se desenhou.
O belo passeio por histórias de vida, da filha, do foco, da velocidade do obturador da alma, da sensibilidade do filme da vida, horas rebobinado, horas revelado, transformou os minutos em um verdadeiro álbum de retratos do timeline do viver.
E um novo livro se desenha: pela lente da filha que começa um novo capítulo, de um novo livro, de uma nova história.
Nosso álbum de fotografia da vida se dá quando "desbobinamos" nossos rolos de histórias e passamos a enrolar mais um pouco de base (não a plástica, nem a do papel... aqui a digital) normalmente flexível e transparente, como no original, e depositamos a emulsão dos sentidos para compor, enfim, o retrato e posteriormente, sua revelação.
Ao som de The love is blind - David Coverdale
Preparei a mochila de campo para o dia em que saio e volto direto para casa.
Estratégia de um ligeiro almoço, pois, a meteorologia era favorável.
Nos primeiros passos, com o prato nas mãos, entre relatos de férias, o novo cardápio de um álbum já impresso de relatos e retratos, se desenhou.
O belo passeio por histórias de vida, da filha, do foco, da velocidade do obturador da alma, da sensibilidade do filme da vida, horas rebobinado, horas revelado, transformou os minutos em um verdadeiro álbum de retratos do timeline do viver.
E um novo livro se desenha: pela lente da filha que começa um novo capítulo, de um novo livro, de uma nova história.
Nosso álbum de fotografia da vida se dá quando "desbobinamos" nossos rolos de histórias e passamos a enrolar mais um pouco de base (não a plástica, nem a do papel... aqui a digital) normalmente flexível e transparente, como no original, e depositamos a emulsão dos sentidos para compor, enfim, o retrato e posteriormente, sua revelação.
Ao som de The love is blind - David Coverdale
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André Toledo
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13:54
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segunda-feira, 4 de setembro de 2017
O PARADOXO DO ÓCIO E O RETROCESSO NA TRILHA DE UMA FALSA MODERNIDADE
O mês de julho de 2017
arrastava-se em período de férias escolares dando enquanto alguns jovens,
aparentemente recém-habilitados para dirigir, cruzaram a “passarela” ciclo
viária da Zona Oeste como que estivessem brincando no game GTA...”, na maior”!
No dia 28 de julho, após o
feriado de aniversário da cidade de São José dos Campos, já era possível
computar o balanço drástico da busca desenfreada e inconsequente da juventude
joseense: divertir-se até a morte!
Assim, mais um jovem de 19 anos, perdeu a vida sentado em sua própria “catapulta”, após uma noite de diversão.
O dia ainda não terminara.
Após rumar para a única trilha que “leva para as Minas Gerais”, livre dos cerceamentos da propriedade privada, me deparei com um “adolescente de meia idade” que guiava jovens para a montanha sem aparente conhecimento dos perigos da natureza selvagem.
Assim, mais um jovem de 19 anos, perdeu a vida sentado em sua própria “catapulta”, após uma noite de diversão.
O dia ainda não terminara.
Após rumar para a única trilha que “leva para as Minas Gerais”, livre dos cerceamentos da propriedade privada, me deparei com um “adolescente de meia idade” que guiava jovens para a montanha sem aparente conhecimento dos perigos da natureza selvagem.
Ao chegar no destino para
pernoite, me deparei com intrépidos aventureiros irresponsáveis que comparavam
a chama da refinaria Henrique Laje com uma espécie de “olho de Thundera”!
Pobre paulista!
O que leva um grupo de jovens entre 20 a 35 anos de idade sair do núcleo urbanizado e acender sua fogueira com querosene, há quase dois mil metros de altitude? Infelizmente, os urbanoides estavam conectados à cidade por um cordão do consumo de derivados do petróleo.
Pobre paulista!
O que leva um grupo de jovens entre 20 a 35 anos de idade sair do núcleo urbanizado e acender sua fogueira com querosene, há quase dois mil metros de altitude? Infelizmente, os urbanoides estavam conectados à cidade por um cordão do consumo de derivados do petróleo.
Nosso objetivo de avistar a
chuva de meteoritos estava ameaçado por labaredas no pé de uma araucária, pelos
gritos de um grupo que perguntava madrugada adentro “Que país é esse?!”.
Infelizmente não sabem onde estão e pra onde vão frente ao país à deriva. Frases como “uso coturno para chutar a boca de comunistas”, retratam o descompasso no tempo, espaço e nas ideias.
Infelizmente não sabem onde estão e pra onde vão frente ao país à deriva. Frases como “uso coturno para chutar a boca de comunistas”, retratam o descompasso no tempo, espaço e nas ideias.
E o mês ainda estava por
acabar...
Com o nascer o Sol, avistei o complexo do Pico dos Marins e a silhueta da Serra Fina, a qual havia conquistado nos dois primeiros dias do mês corrente.
Minutos depois prestes a descer para missão Limpa-Montanha... não conseguia desgrudar os olhos e ouvidos ao movimento desgovernado dos aventureiros mantidos pela combustão da flora local. Foi então que um dos indivíduos atirou um chinelo em direção ao desfiladeiro da Área de Proteção Permanente do distrito de São Francisco Xavier sepultando ali, qualquer chance de resgate do pedaço de borracha agora condenado a apodrecer por milhares de anos.
Com o nascer o Sol, avistei o complexo do Pico dos Marins e a silhueta da Serra Fina, a qual havia conquistado nos dois primeiros dias do mês corrente.
Minutos depois prestes a descer para missão Limpa-Montanha... não conseguia desgrudar os olhos e ouvidos ao movimento desgovernado dos aventureiros mantidos pela combustão da flora local. Foi então que um dos indivíduos atirou um chinelo em direção ao desfiladeiro da Área de Proteção Permanente do distrito de São Francisco Xavier sepultando ali, qualquer chance de resgate do pedaço de borracha agora condenado a apodrecer por milhares de anos.
A abordagem foi imediata.
Perguntei se o rapaz iria buscar o chinelo arremessado. O mesmo disse que sim.
- Então vai! Respondi.
Indaguei a respeito de como podem passar a noite acordado versando frases de inclusão social, de descontentamento se toma atitude anti-cidadã nesse lapso de tempo onde disparou azimutando o próprio município joseense? Em um ano marcado por atos golpistas o instante não foi diferente.
Que futuro resta a esse país que nada contra a maré, que pedala contra a corrente, que atira chinelo contra o vento, que mutila a flora que nos refresca e incendeia o ar que se respira?
- Então vai! Respondi.
Indaguei a respeito de como podem passar a noite acordado versando frases de inclusão social, de descontentamento se toma atitude anti-cidadã nesse lapso de tempo onde disparou azimutando o próprio município joseense? Em um ano marcado por atos golpistas o instante não foi diferente.
Que futuro resta a esse país que nada contra a maré, que pedala contra a corrente, que atira chinelo contra o vento, que mutila a flora que nos refresca e incendeia o ar que se respira?
Cabem aos coletivos a atitude,
união, organização, fiscalização e diálogo com poder público para tentar freiar
o pensamento edificado na lógica do capital e do consumo.
Postado por
André Toledo
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09:25
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terça-feira, 27 de junho de 2017
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