sábado, 2 de outubro de 2010

De Janeiro a Janeiro



Acordei passava das 5h.
Fiz o caminhar no pequeno espaço do apartamento.
Abri a janela da sala como se quisesse olhar pro quintal, ver os bichos do sítio, os pássaros, a natureza molhada da manhã de outubro úmido (graças ao bom Deus).

Faltava 10 minutos pra seis da manhã e apanhei o violão no colo.
Não sabia uma canção. Voltei pro corredor e ví uma das duas que escreví na porta na semana de agosto.

De Janeiro a Janeiro foi a canção que tirei do "porta músicas".

Fiz a mesma soar da janela, do peito pra fora...

Uma viagem ao túnel do tempo da velha via férrea da Estrada de Ferro Central do Brasil pra Rua Tereza Savastano, Santana, Rio Manso, Santaninha...e até onde tiver que ser.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Fertilidade

O ipê amarelo floresce
A menina amadurece O que foi fruto
em instantes torna-se árvore Quando entrou Setembro a boa nova entrou nos campos. 30/09/2010

domingo, 26 de setembro de 2010

São José em sua Matriz dos Campos


Imagem de São José - Igreja Matriz

Imagino o São José lá do ponto mais alto do município: No Pico Selado! Olhando pra nós aqui...Venham até a montanha! E pensar que, de Santana, da orla do Banhado e de inúmeros pontos da Cidade o Selado é avistado.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Amanhecer em chamas no banhado

Paisagens da janela,
não tão poéticas como as do Lô, do Beto
e de todo Clube da Esquina.

A penumbra matinal não era a toa.

Acompanhe o PhotoTimeline da ocorrência.

07h57min


07h58min


08h47min


10h15min


13h37min


16h06min


17h03min - ainda restava fumaça...


17h05min...rasteira, ainda restava.

Não foi difícil de identificar um grande foco de incêndio na várzea entre o Jardim das Indústrias e a margem do Rio Paraíba.
Realmente desanimador amanhecer. Pensar que até o final do dia muito "lenha" estava por queimar.
Era exatamente 07h57min no momento do primeiro registro.

Conseguí contato com o 190 às 8h18min.
Liguei na sequência para o 193.
O 199 sugerido não atendeu.

A chama ainda queima, e ainda bem que, o pulso ainda pulsa.

André Luiz

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Trem Turístico CPTM - Retornando à Paranapiacaba


Foto: CPTM

Falar de trem é:

ter tempo de ver o trem passar
é contemplar
é lembrar de Minas
das minas, das serras.
Permitir contar os vagões
ouvir os telec's telec's nos calos dos trilhos
dar tempo pra sí
dar tempo pra viver

Viajar de trem é viver.

É não ter pressa.
é torcer pra viagem demorar
é sentar na janela e ver a paisagem
contemplar as paragens, as paradas
conhecer, conversar, expandir.

A vida é uma composição
composta de uma locomotiva (o coração)
e os vagões (família, amigos, amizades e amores).

André Luiz de Toledo
17 set 2010.

Nesse embalo do final de semana que antecipa a primavera e traz de volta o Trem Turístico pra Paranapiacaba, me recordo da viagem de Belo Horizonte pra Vitória no final de 2005.

Assim apresento o evento do final de semana: o retorno do Trem Turístico de Santo André/Paranapiacaba.



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De volta aos trilhos

O trem Expresso Turístico é formado por uma locomotiva a diesel, da CPTM, Alco RS-3 de 1952, que conduz dois carros de passageiros, de aço inoxidável, Budd – Mafersa fabricados no Brasil nos anos 50. Cedidos pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), os vagões foram totalmente restaurados nas oficinas da CPTM.

Eles pertenceram à Estrada de Ferro Araraquara (EFA), onde operaram a linha de longo percurso entre São Paulo (Estação da Luz), Campinas, Araraquara, São José do Rio Preto e Santa Fé do Sul. A linha, popularmente conhecida como “Araraquarense”, foi construída originalmente em bitola métrica e aberta em 1898, ligando Araraquara a Itaquerê (atual Bueno de Andrada).

Até 1955, só circulavam trens a vapor pela linha, com carros de madeira e composições que saiam de Araraquara. Com o alargamento da bitola, os trens começaram a sair da Luz. Nos anos 1960, quando foram adquiridos os carros Budd-Mafersa, as viagens passaram a ser feitas com carros-dormitório e carros-restaurante.

Na Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.), esses carros trabalharam até meados de 1998, sendo os últimos trens de passageiros de longo percurso no estado de São Paulo. Os dois carros foram localizados e resgatados pela ABPF em Rio Claro, em meados de 2005, sendo na época solicitada a guarda destes à Rede Ferroviaria Federal SA (RFFSA). Em 2008, ambos foram cedidos para a CPTM com a finalidade de servirem ao Expresso Turístico.

Os carros são rebocados por locomotivas a diesel ALCO RS-3, fabricadas no Canadá nos anos 1950 e que ainda servem à CPTM nas atividades de manutenção e apoio à operação. As duas locomotivas foram preparadas pela CPTM recebendo nova pintura e a logomarca do Expresso Turístico.

Mais em: http://www.cptm.sp.gov.br/E_OPERACAO/ExprTur/parana.asp
Outros trajetos: http://www.cptm.sp.gov.br/E_OPERACAO/ExprTur/default.asp
Veja também o Trem da Vale: http://www.tremdavale.org/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Reserva ecológica passa a ser parque natural de São José




Clique abaixo para visualizar o mapa de acesso:



A lei que transforma a Reserva Ecológica Augusto Ruschi em Parque Natural Municipal será assinada nesta sexta-feira (17), às 9h30, no Horto Florestal (Estrada Municipal Antonio Ferreira da Silva, 1000 - antiga Estrada do Costinha). Com essa transformação, a área será uma Unidade de Conservação de Proteção Integral.

Com a mudança de categoria, a área fica submetida aos critérios, normas de implantação e gestão, definidos pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC. Entre os objetivos estão a preservação do ecossistema natural de grande relevância ecológica e beleza cênica, a realização de pesquisas científicas, o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico sustentável.

Esta iniciativa também possibilitará a liberação da verba de R$ 1.170.000 mil provenientes do termo de compromisso ambiental firmado entre a Petrobrás, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e a Prefeitura de São José dos Campos, sendo que deste montante R$ 820 mil serão destinados à desapropriação de áreas e R$ 350 mil à melhorias de estrutura física do local.

Horto Florestal

A Reserva Ecológica Augusto Ruschi foi adquirida pelo município aos poucos, entre os anos de 1902 e 1932 para preservação do manancial que abastecia o município. Em 1979, foi transformada em Reserva Florestal Boa Vista pela Lei 2.163/79. Em setembro de 1982 o Decreto 87561 cria a APA (área de proteção ambiental) da bacia do Rio Paraíba do Sul englobando toda a Reserva.

A reserva compreende uma área de 2.457.436,75 metros quadrados (102 alqueires) de mata primária com altitude de 700 a 900 metros, com vegetação característica de mata atlântica e mata de altitude e está a aproximadamente 17 quilômetros do centro de São José dos Campos.

A fauna, mesmo sofrendo redução com o desmatamento do entorno, ainda encontra na Reserva um bom abrigo. A área é habitat de exemplares de macacos, jaguatiricas, cachorros do mato, pacas, cutias, capivaras, lontras, tatus e preguiças, além de aves como garças, marrecos, saracuras, jacus, gaviões, corujas, sabiás e beija-flores.

Estudos revelam que quatro espécies presentes no local estão na lista do IBAMA de animais ameaçados de extinção como o tamanduá-bandeira, jaguatirica, lobo guará e gato do mato.

Fonte: http://www.sjc.sp.gov.br/noticiaspmsjc.asp?id=21703

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Fotografia de Natureza com Zig Koch - Sesc São José dos Campos



Dentro do projeto VIAGENS NA MINHA TERRA...inicia-se hoje o Minicurso de Fotografia de Natureza com Zig Koch na unidade Sesc São José dos Campos.

O fotógrafo de natureza Zig Koch conduzirá o minicurso com aulas teóricas e uma saída fotográfica para apresentar conceitos relativos ao registro fotográfico da natureza, com posterior edição e análise dos trabalhos produzidos pelos alunos.


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Mais sobre o fotógrafo:
Ricardo Zig Koch Cavalcanti, diplomou-se em Arquitetura e Urbanismo em 1982. Trabalhou como arquiteto por quatro anos e, em 1986, optou definitivamente pela fotografia, que praticava como amador desde seus 16 anos.

Desde então, percorreu os quatro cantos do Brasil, e vários países de outros continentes, fotografando para as principais revistas brasileiras, entre elas: Veja, Caminhos da Terra, Viagem e Turismo, Elle, Ícaro, Manchete, Horizonte Geográfico, entre outras.

Com muita freqüência, as fotografias de Zig Koch são escolhidas para ilustrar campanhas de educação ambiental coordenadas por entidades governamentais e não governamentais. Seu trabalho também pode ser encontrado em mais de uma dezena de livros, calendários para empresas e peças publicitárias no Brasil e no exterior.

Zig Koch realizou mais de uma dezena de exposições coletivas, individuais e itinerantes, mostrando as belezas naturais de nosso País e divulgando trabalhos voltados para a conservação ambiental. Seu arquivo de imagens conta com mais de 150.000 cromos, devidamente classificados, sobre os mais diversos lugares do Brasil, sua fauna, flora, paisagens, gente e inúmeros aspectos do turismo em terras brasileiras.

Tem participado de projetos especiais na área editorial, participando da produção de livros, calendários personalizados, relatórios anuais para empresas, folders, e CD-ROM’s. Desenvolve produtos próprios sobre Natureza Brasileira e Turismo. Também produz fotografias especializadas nas áreas de: fotografias aéreas, publicidade, turismo, ecossistemas e fauna.

Em 1988, devido ao reconhecimento obtido como fotógrafo de natureza, foi personagem da campanha Bicho do Paraná, realizada pela TV Paranaense, vinculada à Rede Globo de Televisão. Ministra palestras e cursos sobre fotografia de natureza e educação ambiental em escolas, universidades e empresas.

Fonte - Site do autor: http://www.zigkoch.com/autor.htm
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