sábado, 6 de agosto de 2016

Vander Lee




Me recordo de quanto esperávamos pela visita do maior poeta de Minas Gerais no Sesc SJCampos.
Quantas vezes minha amiga Adriana Oliveira me falava e esperava pela grande hora. "Vamos pedir no Voz Ativa!".

Enfim, na primeira fila, tive o privilégio de ver esse ser "constelado" de romantismo.
Não houve como não se sensibilizar. Parecia miragem: ver tanta poesia escancarada de bonita em um único músico, compositor e mineiro que só.
Em "Românticos", ahhh, ali tentei muito não inundar o chão...impossível.
Partidas de grandes heróis como Jair Rodrigues, Inezita Barroso, José Rico e David Bowie são, até certo ponto, aceitáveis.
De Vander Lee, vai ser.
Obrigado pela obra, pela poesia e pela pose que ganhei de presente em 17/11/2012.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Rolando a prosa e a arte de Boldrin

Nesse mês em que não visitei o mestre Rolando Boldrin em gravação no Sesc Pompéia

recebo sua visita nas ondas do Rádio AM da Cultura.
Salve Salve poesia caipira a brilhar em nossos corações.



Super recomendo a emissora Cultura AM de São Paulo: 
http://tunein.com/radio/R%C3%A1dio-Cultura-Brasil-1200-s2882/

sábado, 21 de maio de 2016

Vem dançar - Dia do Desafio 2016


A aula tem o objetivo de proporcionar experiências rítmicas em diferentes estilos musicais e desenvolver a consciência corporal por meio dos movimentos básicos da dança.

Ginásio. Vagas limitadas. Grátis.
Senhas no local com 30 minutos de antecedência



domingo, 29 de novembro de 2015

MEUS DOMINGOS NÃO SÃO MAIS OS MESMOS



 Há quase dois meses vivo um LUTO nas manhãs de domingo.
O único dia da semana que não trabalho pela manhã, é também, o dia que mais tenho (tinha) o prazer de acordar cedinho e ouvir a voz do jornalista Geraldo Nunes, pela então, Rádio Estadão, reduziu-se ao silêncio.
Já havia percebido que não só o programa Estadão Acervo como também outros haviam sido ceifados do ar. Acompanhava desde meados de 1997 o jornalista na antiga Rádio Eldorado também a bordo do meu velho Besouro Branco (Volks 1970).
Enfim, minhas manhãs de domingo despertam no silêncio. Antes de minhas atividades de bike, corrida ou então aqueles dias em que degustamos o viver o próprio lar, o programa era meu despertador natural.
Nasci rodeado por tios e pais que tinham o rádio como grande meio de informação. Faço votos para que esse brilhante jornalista consiga seu espaço merecido nas ondas do rádio desse Brasil.
Sou filho, sobrinho e neto da ERA DO RÁDIO e não quero perder essa propriedade no meu próprio DNA. TV é só pra assistir a TV Cultura ou algum DVD.
Meus domingos não são mais os mesmos não é por não ter mais Domingo no Parque, Os Trapalhões...meus domingos não são mais os mesmos pois perdi meu maior nome e referência do rádio de minha geração... por enquanto, com certeza.
Deixo aqui meu relato de indignação: trocar o trabalho belíssimo de história, cultura, memória em troca de melodias feitas, é colaborar para uma nação sem reflexão.
Menos Black Friday
Mais Sunday Morning!

Leia também:

http://portalimprensa.com.br/noticias/brasil/74631/apos+incluir+musica+na+grade+radio+estadao+demite+funcionarios+e+fecha+area+de+esportes

terça-feira, 21 de abril de 2015

Amyr Klink no Roda Viva - 20/04/2015


Já está no ar o diálogo com o navegador dos mares e desbravador da curiosidade Amyr Klink.
Adepto a cultura da mobilidade fluvial/oceânica procura hoje preservar a memória da construção naval brasileira assolada por pactos contra a cultura regional, e, consequentemente, a favor do carro como meio de transporte. Para ele o desafio da mobilidade é de ordem estrutural.
Um inquieto brasileiro que se aventura radicalmente nas cidades do Brasil e traz provocações para se pensar no futuro através da leitura (mesmo em alto mar) de Morte e Vida nas Grandes Cidades de Jane Jacobs.
Um cidadão que tenta sobreviver no mar revolto das cidades e busca a calmaria ao desbravar oceanos.

Assista em:
http://tvcultura.cmais.com.br/rodaviva/programas/roda-viva-amyr-klink-20-04-2015-bloco-1

domingo, 8 de março de 2015

Dezesseis formas de dizer obrigado

Após uma noite de celebração matrimonial daquela criança que ao nascer me fez emocionar-se quando subia as rampas do hospital maternidade (Unicor) aos meus dezesseis anos, ali estava agora: mulher linda! Para minha ciência seu casamento seria às 19h. Chegamos dezesseis minutos antes...tempo somente de botar a camisa por dentro da roupa social e aguardar...ao avistar uma jovem de branco imaginara que a noiva anterior estava atrasada. Que nada! Era a própria prima que entrara uma hora depois... eu quem estava atrasado! A personagem principal da noite nem imaginava onde sua aliança encontra naquele instante...perdida das mãos de todos...Divinamente havíamos chegados na hora exata! O anjo de meu caminhar ao ficar segundos sozinha ouvira vozes dizendo: onde está a aliança da noiva??? Ao olhar para o chão molhado pela noite chuvosa...viu um brilho de ouro. Esperem aí...achei! Eu estava numa grande tarefa...escapei de todos, já com os botões abotoados, saquei uma folha A4 com os dizeres: Você está LINDA! Júlia, a prima, a noiva estava com seus lindos fios de ouro presos, ou melhor, penteados pra noiva, como eu sempre havia descordado em encontros que antecederam o matrimônio. Linda é a constelação divina de tudo que acontecera ali. Mas era a noite, o dia e instante dela. Não haveria como não mais reluzente com aquele sorriso. Ganhei dois segundos para poder mostrar o cartaz antes de alinhar-se ao corredor da capela. Realizei a tarefa como faço há alguns anos pedindo as palhetas pra grandes nomes da MPB. Ela me viu, sorriu e foi de encontro ao noivo, ao sacramento. Deus permitiu o alinhamento das órbitas de mais um dia. Dos amigos vindos do Texas, dos novamente 16 quilômetros percorridos na manhã dentre outras atividades até às 16 horas no Parque Santos Dumont. Dezesseis será em alguns dias a nova idade da minha maior criação.  Descubro/relembro agora que existe sim também uma canção com esse nome, e era do Legião Urbana. Mas, não encaixava com esse texto permeado com a leitura de nova "postagem amiga" da noite. Uma palavra chave sim ligaria tudo na órbita: Strawberry Fields Forever! Sua harmonia somente bastaria. Um parágrafo só aqui descreve as 24 horas e seus 2/3 = 16. E o domingo fecha com a próxima faixa musical do quarteto britânico na voz do grande George Harisson em Here Comes the Sun. Agora, here comes the night, here comes de week, e... está tudo celestialmente bem!